Para começar, é bom ter em mente que, quando se diz que escrever assim ou assado é certo ou errado, tem-se como parâmetro a gramática normativa. Isto é, são as regras previstas na norma culta - que deve ser respeitada em ambientes formais, como na escola, no trabalho etc. Quem não respeita essas regras não está propriamente escrevendo errado - apenas não está obedecendo à gramática normativa.
Mas mesmo essa gramática muda com o passar do tempo. Um texto escrito em português "correto" há 70 anos, por exemplo, é um pouco diferente dos textos atuais. Isso porque hoje, em português, adotamos o sistema ortográfico aprovado em 1943, com algumas pequenas alterações efetuadas em 1971. Em 2009, outras regras entraram em vigor, com uma nova reforma ortográfica do português e, mais uma vez, mudamos um pouco nossa maneira de escrever as palavras.
O objetivo da reforma é unificar o padrão escrito dos países que usam o português, uma idéia (ou melhor, ideia) que linguistas dos dois lados do Atlântico tentam pôr em prática desde 1975, quando surgiu o primeiro projeto de acordo ortográfico comum para brasileiros e portugueses
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Geografia Física - Clima, Relevo e Vegetação.
Dados de Minas Gerais.
Ponto Mais elevado: Pico da Bandeira no Parque Nacional do Caparaó (2.892 m )
Principais Rios: Doce , Jequitinhonha , Paraná e São Francisco
Vegetação: Cerrado e Mata Atlântica
Clima:Tropical de Altitude (maior parte) e Semiárido (no norte)
Municípios mais populosos: Belo Horizonte (2.434.642),Uberlândia (622.441), Contagem(617.749), Juiz de Fora (520.612),Betim (429.507), Montes Claros(358.271), Ribeirão das Neves(340.033), Uberaba (292.377),Governador Valadares (261.981) Ipatinga (241.720).

O Estado de Minas Gerais está localizado entre os paralelos de 14º13'58' ' e 22º54'00' ' de latitude sul e os meridianos de 39º51'32' ' e 51º02'35' ' a oeste de Greenwich. As terras mineiras estão situadas num planalto cuja altitude varia de 100 a 1500 metros, possuindo um território inteiramente planáltico, não apresentando planícies. Mais da metade do estado localiza-se no Planalto Atlântico, com relevos de "mares de morros", enquanto que, na sua porção noroeste, o estado apresenta os platôs do Planalto Central.
As maiores altitudes estão nas serras da Mantiqueira, do Espinhaço, da Canastra e do Caparaó, nas quais há terrenos localizados acima dos 1700 metros. O ponto culminante do estado é o Pico da Bandeira, com 2.891,9 metros de altitude, situado na divisa com o estado do Espírito Santo. A mais baixa altitude do estado está na cidade de Aimorés, leste de Minas, situada a 76 metros do nível do mar, sendo esta também considerada a cidade mais quente, com temperaturas perto da casa dos 40°C.
Os climas predominantes em Minas são o Tropical e o Tropical de Altitude. As regiões mais altas e o sul do estado apresentam as temperaturas mais baixas, chegando a atingir marcações próximas de 0°C. Nas regiões sul, sudeste, leste e central do estado são registrados os maiores índices pluviométricos. Em outro extremo, nas porções norte e nordeste, as chuvas escassas e as altas temperaturas tornam essas regiões muito susceptíveis à seca.
Originalmente, a cobertura vegetal de Minas Gerais era constituída por quatro biomas principais: Cerrado, Mata Atlântica, Campos rupestres e a Mata seca. O Cerrado ocupava praticamente metade do território do estado, ocorrendo nas regiões central, oeste, noroeste e norte. A segunda maior área de cobertura era representada pela Mata Atlântica, nas porções sul, sudeste, central e leste mineiras, tendo sido severamente desmatada e atualmente reduzida a pequenas áreas.
Relevo - Mares de morros ou ondulados. Veja a figura abaixo:

Área | 588.384,30 km² |
Relevo | Mares de morros ou ondulados. |
Ponto Mais elevado: Pico da Bandeira no Parque Nacional do Caparaó (2.892 m )
Principais Rios: Doce , Jequitinhonha , Paraná e São Francisco
Vegetação: Cerrado e Mata Atlântica
Clima:Tropical de Altitude (maior parte) e Semiárido (no norte)
Municípios mais populosos: Belo Horizonte (2.434.642),Uberlândia (622.441), Contagem(617.749), Juiz de Fora (520.612),Betim (429.507), Montes Claros(358.271), Ribeirão das Neves(340.033), Uberaba (292.377),Governador Valadares (261.981) Ipatinga (241.720).

Minas Gerais é uma das 27 unidades federativas do Brasil, sendo a quarta maior em extensão territorial, que é de 586.528 km², equivalente à da França. Localiza-se no Sudeste e limita-se a sul e sudoeste com São Paulo, a oeste com o Mato Grosso do Sul e a noroeste com Goiás, incluindo uma pequena divisa com o Distrito Federal, a leste com o Espírito Santo, a sudeste com o Rio de Janeiro e a norte e nordeste com a Bahia. O atual governador do estado é Antônio Anastasia, que assumiu após a renúncia de Aécio Neves para disputar uma cadeira no Senado Federal. Linguisticamente, o nome Minas Gerais dentro de frases não é acompanhado de artigo definido, como acontece com os estados de Goiás, de Roraima e de Mato Grosso do Sul. As regiões sul e sudoeste de Minas são compostas de aproximadamente 156 municípios, a grande maioria pequenas cidades, emolduradas em montanhas e tendo uma área considerável inundada pelo Lago de Furnas. A agricultura ainda é a atividade econômica mais forte, capitaneada pela cultura do café (30% da produção nacional de qualidade reconhecida internacionalmente) e por uma das principais bacias leiteiras do País. No turismo destacam-se a cidade de Poços de Caldas e o Circuito das Águas Mineiro (Caxambú, São Lourenço e Lambari). O turismo ecológico, rural e de aventura também vem crescendo na região. A industrialização vem avançando seguindo as melhorias da rodovia Fernão Dias, que corta a região e liga São Paulo à Belo Horizonte. A posição geográfica, central em relação ao eixo SP-BH-RJ também constitui outro fator importante para o desenvolvimento. As cidades de Pouso Alegre, Poços de Caldas e Varginha se destacam no setor. |
O Estado de Minas Gerais está localizado entre os paralelos de 14º13'58' ' e 22º54'00' ' de latitude sul e os meridianos de 39º51'32' ' e 51º02'35' ' a oeste de Greenwich. As terras mineiras estão situadas num planalto cuja altitude varia de 100 a 1500 metros, possuindo um território inteiramente planáltico, não apresentando planícies. Mais da metade do estado localiza-se no Planalto Atlântico, com relevos de "mares de morros", enquanto que, na sua porção noroeste, o estado apresenta os platôs do Planalto Central.
As maiores altitudes estão nas serras da Mantiqueira, do Espinhaço, da Canastra e do Caparaó, nas quais há terrenos localizados acima dos 1700 metros. O ponto culminante do estado é o Pico da Bandeira, com 2.891,9 metros de altitude, situado na divisa com o estado do Espírito Santo. A mais baixa altitude do estado está na cidade de Aimorés, leste de Minas, situada a 76 metros do nível do mar, sendo esta também considerada a cidade mais quente, com temperaturas perto da casa dos 40°C.
Os climas predominantes em Minas são o Tropical e o Tropical de Altitude. As regiões mais altas e o sul do estado apresentam as temperaturas mais baixas, chegando a atingir marcações próximas de 0°C. Nas regiões sul, sudeste, leste e central do estado são registrados os maiores índices pluviométricos. Em outro extremo, nas porções norte e nordeste, as chuvas escassas e as altas temperaturas tornam essas regiões muito susceptíveis à seca.
Originalmente, a cobertura vegetal de Minas Gerais era constituída por quatro biomas principais: Cerrado, Mata Atlântica, Campos rupestres e a Mata seca. O Cerrado ocupava praticamente metade do território do estado, ocorrendo nas regiões central, oeste, noroeste e norte. A segunda maior área de cobertura era representada pela Mata Atlântica, nas porções sul, sudeste, central e leste mineiras, tendo sido severamente desmatada e atualmente reduzida a pequenas áreas.
Relevo - Mares de morros ou ondulados. Veja a figura abaixo:

segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Filosofia e Sociologia - Etica: Escravidão
Minas Gerais teve o maior número de quilombos do Brasil durante o século XVIII, mas no XIX, embora o número de escravos tenha continuado a crescer, as lutas dos escravos parecem ter adotado formas mais brandas. Para debater esse assunto, fiz também um resumo da história econômica de Minas Gerais.
Artes - Mestre Aleijadinho
O mestre Aleijadinho
Aleijadinho(Antônio Francisco Lisboa) foi o mestre do Barroco Brasileiro. Comparado a Michelangelo, esculpiu grande parte das relíquias de Ouro Preto, Mariana, Sabará, Tiradentes, Congonhas e São João Del Rei. Entre as suas obras mais famosas destacam-se a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco de Assis e a fachada da Igreja do Carmo, os doze Profetas de Congonhas esculpidos em pedra sabão e 66 figuras de madeira policromada em tamanho real.
Afetado por uma doença deformante, Aleijadinho tinha dificuldades para se locomover, utilizando-se de estratagemas especiais para poder fazer uso dos instrumentos necessários ao trabalho. Envergonhado da triste aparência o mestre trabalhava principalmente a noite resguardado por tapumes.
Aleijadinho(Antônio Francisco Lisboa) foi o mestre do Barroco Brasileiro. Comparado a Michelangelo, esculpiu grande parte das relíquias de Ouro Preto, Mariana, Sabará, Tiradentes, Congonhas e São João Del Rei. Entre as suas obras mais famosas destacam-se a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco de Assis e a fachada da Igreja do Carmo, os doze Profetas de Congonhas esculpidos em pedra sabão e 66 figuras de madeira policromada em tamanho real.
Afetado por uma doença deformante, Aleijadinho tinha dificuldades para se locomover, utilizando-se de estratagemas especiais para poder fazer uso dos instrumentos necessários ao trabalho. Envergonhado da triste aparência o mestre trabalhava principalmente a noite resguardado por tapumes.
Aleijadinho nasceu em 1730 na cidade de Ouro Preto, filho do arquiteto Manoel Francisco Lisboa e de uma escrava. Morreu em 1814 na mesma Ouro Preto onde seus restos repousam na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição sob os degraus do altar de Nossa Senhora da Boa Morte. Uma inscrição indica o local do túmulo.
Inglês - Turismo em Minas Gerais
Caminhar pelas ladeiras e ruelas de paralelepípedos das cidades históricas mineiras, que contribuíram para a colonização do Interior do país, é como regredir três séculos no tempo. De cima, algumas até parecem maquetes perfeitas retiradas de um museu do século 18 ou cenários confeccionados especialmente para um filme épico. De perto, os casarões coloridos e as igrejas barrocas centenárias recheadas de ouro e obras de mestres como Aleijadinho e Ataíde emocionam até os pagãos.
Assim como um bibelô, a pequena e pacata Tiradentes encanta por manter construções do período colonial intocadas até hoje, o que lhe garantiu o tombamento pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). As ruelas de calçamento em pedras pé-de-moleque iluminadas por lampiões reforçam ainda mais o charme que a cidade natal do grande líder inconfidente oferece aos visitantes. Vale a pena circular pela Rua Direita, a primeira do município, e conhecer os restaurantes e ateliês de lá. Parada obrigatória no restaurante Tragaluz, que mistura culinária mineira com alta gastronomia. A dois e à luz de velas, o jantar fica ainda melhor. Pertinho dali, o turista também pode conhecer o famoso Chafariz do século 18, que já serviu de cenário para minisséries de televisão, como Hilda Furacão.
É em Tiradentes também que está localizada a 2ª igreja mais rica do Estado, a matriz de Santo Antônio, construída em 1710. Considerada a mais antiga da região, a igreja mantém seu interior no estilo barroco europeu intacto, com esculturas em madeira e paredes revestidas com folhas de ouro. Já a fachada original, que era simples e cheia de linhas retas, foi restaurada um século após sua inauguração. A irmandade do Santíssimo Sacramento (na época, Portugal proibiu a entrada de ordens religiosas na província de Minas Gerais para não precisar compartilhar as riquezas), responsável pela igreja, aproveitou desenhos de obras de Aleijadinho para ornamentá-la com pedra-sabão (tipo de pedra maleável, facilmente entalhável e comum no Estado).
Assim como um bibelô, a pequena e pacata Tiradentes encanta por manter construções do período colonial intocadas até hoje, o que lhe garantiu o tombamento pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). As ruelas de calçamento em pedras pé-de-moleque iluminadas por lampiões reforçam ainda mais o charme que a cidade natal do grande líder inconfidente oferece aos visitantes. Vale a pena circular pela Rua Direita, a primeira do município, e conhecer os restaurantes e ateliês de lá. Parada obrigatória no restaurante Tragaluz, que mistura culinária mineira com alta gastronomia. A dois e à luz de velas, o jantar fica ainda melhor. Pertinho dali, o turista também pode conhecer o famoso Chafariz do século 18, que já serviu de cenário para minisséries de televisão, como Hilda Furacão.
É em Tiradentes também que está localizada a 2ª igreja mais rica do Estado, a matriz de Santo Antônio, construída em 1710. Considerada a mais antiga da região, a igreja mantém seu interior no estilo barroco europeu intacto, com esculturas em madeira e paredes revestidas com folhas de ouro. Já a fachada original, que era simples e cheia de linhas retas, foi restaurada um século após sua inauguração. A irmandade do Santíssimo Sacramento (na época, Portugal proibiu a entrada de ordens religiosas na província de Minas Gerais para não precisar compartilhar as riquezas), responsável pela igreja, aproveitou desenhos de obras de Aleijadinho para ornamentá-la com pedra-sabão (tipo de pedra maleável, facilmente entalhável e comum no Estado).
Biologia - Vida e mineração
A época da mineração no período colonial abrangeu basicamente o século XVIII, com o seu apogeu entre 1750 e 1770. Nessa fase da vida econômica da colônia que se voltou quase que exclusivamente para o extrativismo mineral, as principais regiões auríferas foram Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás. Anteriormente, já haviam ocorrido as explorações do ouro de lavagem, em São Paulo, Paraná e Bahia, mas, com resultados inexpressivos.
Após sua extração, o ouro era levado para as Casas de Fundição. Ali, era quintado, fundido e transformado em barras, assegurando o controle dos lucros da exploração aurífera pela coroa portuguesa.
A mineração dos anos setecentos foi desenvolvida a partir do ouro de aluvião, tendo como características o baixo nível técnico e o rápido esgotamento das jazidas. No extrativismo aurífero, as formas de exploração mais comuns encontradas eram as lavras e a faiscação. A primeira representaria uma empresa em que era utilizada a mão-de-obra escrava e se aplicava uma técnica mais apurada. Já a faiscação era a extração individual, realizada principalmente por homens livres.
Após sua extração, o ouro era levado para as Casas de Fundição. Ali, era quintado, fundido e transformado em barras, assegurando o controle dos lucros da exploração aurífera pela coroa portuguesa.
A mineração dos anos setecentos foi desenvolvida a partir do ouro de aluvião, tendo como características o baixo nível técnico e o rápido esgotamento das jazidas. No extrativismo aurífero, as formas de exploração mais comuns encontradas eram as lavras e a faiscação. A primeira representaria uma empresa em que era utilizada a mão-de-obra escrava e se aplicava uma técnica mais apurada. Já a faiscação era a extração individual, realizada principalmente por homens livres.
História - Caminho do Ouro
A historia do caminho do ouro, ou estrada real, começa no séculob 16, quando a expeedição de colonização portugueses iniciaram a exploração do interior brasileiro. As chamadas entradas partiam da cidade de são paulo em direção a cidade de Guaratinguetá, dali entrando na serra da Mantiquera e embrenhando-se nos sertões de Minas Gerais. Foi essa a rota que muitos bandeirantes percorreram inicialmente em buscas dos índios que pretendiam escravizar mas a constatação e divulgação que a terra das Gerais era um novo Eldorado, porque era rica em ouro e diamante fez crescer a atenção e o interesse de aventureiros de toda a espécie conduzindo para lá um grande número desses caçadores de fortuna.
A última parte da estrada real que vai de Ouro Preto a Diamantina, foi construída no século 18 época em que os diamantes da antiga região do tejuco, hoje diamantina, brilharam com mais intensidade. Essa rota foi construída para atender ás necessidades da coroa em ter um caminho que possibilitasse rápido escoamento dos diamantes até a metrópole e é por sinal o trecho que melhor conserva as tradições do interior mineiro. Nele, o que mais se encontra são cidades como Catas Altas, na serra do caraça, Santa Barbara e Serro, com seu cesário antigo encravado entre as montanhas.
A última parte da estrada real que vai de Ouro Preto a Diamantina, foi construída no século 18 época em que os diamantes da antiga região do tejuco, hoje diamantina, brilharam com mais intensidade. Essa rota foi construída para atender ás necessidades da coroa em ter um caminho que possibilitasse rápido escoamento dos diamantes até a metrópole e é por sinal o trecho que melhor conserva as tradições do interior mineiro. Nele, o que mais se encontra são cidades como Catas Altas, na serra do caraça, Santa Barbara e Serro, com seu cesário antigo encravado entre as montanhas.
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